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Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando. Até que não caibo em mim e estouro em palavras. (Clarice Lispector)

domingo, 26 de julho de 2015

Sempre o mesmo.


Qual o sentido disso tudo?
Qual o sentido de caminhar e da caminhada?
Pra que caminhar, se não se chega a nenhum lugar?
Isso tudo pode soar meio pessimista e de fato é.
Mas como ser o contrário?
Ok, coisas lindas estão a minha volta, milhões de coisas a agradecer, sim, agradeço, sou grata, tenho mais do que preciso ou do que mereço, mas não falo de algo que se possa tocar ou mensurar, falo de coisas intangíveis, inimagináveis, pensamentos apenas.
Como sempre, nada de novo, tudo se repete, sempre se repete.
A sensação da loucura misturada ao óbvio.
Quem vê, pensa que é forte, que não sente, que não vê.
Pobres! Mal sabem,
O sentir é algo tão forte que não dá pra explicar em simples e medíocres palavras, foge ao entendimento do senso comum.
Se explico, me julgam, não me faço entender, e quem ouve, acha que entende e interpreta a sua maneira.
Então é isso, chegamos a uma conclusão, quem acha que sabe na verdade não sabe nada, e quem tem dúvidas na verdades está cheio de certezas, só não quer acreditar.


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