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Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando. Até que não caibo em mim e estouro em palavras. (Clarice Lispector)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Versos & Vinhos

Esta podia ser mais uma canção de amor não fosse uma história real. Mas alguem disse que as canções não são reais?
Hora falam de amor, desamor, porém eu diria que falam das duas coisas, a tarefa difícil é distinguir uma coisa da outra, já disse um poeta amor e ódio são sentimentos parecidíssimos, antagônicos é verdade, porém semelhantes.
Amor, desamor, real, imaginário, para se distinguir requer um sei lá o quê. Talvez um quê de sensibilidade o que pelo visto parece ser utopia, já que as vezes as pessoas conseguem ser tão insensíveis, tão cruéis.
E eu que havia jurado a mim mesma que não esperaria nada das pessoas, para não me frustrar, olha eu aqui, esperando o impossível.
Devaneios mais devaneios, tolos ou não, mas sempre a me torturar, ainda mais quando o teor alcóolico sobe.
A vista daqui é pelo menos mais colorida e menos estressante.
Sono roubado.
Sonhos triturados.
Coração despedaçado.
Sentimentos aflorados.
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