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Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando. Até que não caibo em mim e estouro em palavras. (Clarice Lispector)

sábado, 7 de abril de 2012

E aquele olhar, nada mais era que a vontade de revolucionar minhas ideias. Sabe, não me prendo no varal de peças antigas, mesmo gostando do cheiro amadeirado que o antigo me aborda. Inalo fantasias ao ponto de me ver em caleidoscópio.
Meu erro é sempre me permitir errar. E eu largo tristezas pequenas, preocupações cansadas e deito a minha cabeça sobre o colo das nossas coisas. Mas a vontade mesmo é de tacar fogo na coisa calminha que a gente finge que aceita, de esfregar minhas coxas no que chamamos de silêncio. e errar tudo de novo.
Aos berro.
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